desenvolve temas voltados para a análise do comportamento patológico do homem.
Letra da banda Carcass, tematica patológica.
"Fungo miásmico infesta o intestino delgado
Insumo corrosivo queimando através da parede do estômago
Arebentando a calcinosis como o quilo derrete suas vísceras
Tumor crepitante estoura com sangue coagulado...
Furúnculo amadurece, a gangrena emenagógica
Coágulo de sangue desintegra para uma borra espumada
Mancha dermatital putrefado com câncer
Sepsia cáustica coagula o sangue ..."
Suas taras sexuais:
exemplo essa letra do grupo O Troco (Todo Enfiado)
"Tem mulher que usa "p"
Tem mulher que usa "m"
Tem mulher que usa "g"
E a outra é "gg"
A perigueti anda com um fio só
Todo enfiado, todo enfiado, todo enfiado
Todo enfiado, todo enfiado, todo enfiado
Todo enfiado, todo enfiado, todo enfiado
Todo enfiado, todo enfiado, todo enfiado
Todo enfiado, todo enfiado, todo enfiado
Ela chega no pagode
Chamando atenção
Com um tomara que caia
E o celular na mão
As mulheres do pacote
Tá com o bichão no chão
As mulheres do pacote
Tão com o bichão no chão"
Exploravam temas como o homossexualismo, o incesto, o desequilíbrio que leva à loucura, criando personagens que eram dominados por seus instintos e desejos, pois viam no comportamento do ser humano traços de sua natureza animal.
No Brasil, a prosa naturalista foi influenciada por Eça Queirós com as obras O crime do padre Amaro e O primo Basílio, publicadas na década de 1870. Aluísio de Azevedo com a obra O mulato, publicada em 1881, marcou o início do naturalismo brasileiro, a obra O cortiço, também de sua autoria, marcou essa tendência. Além de Aluísio de Azevedo e Eça Queirós, existem outros escritores que se destacaram como Júlio Ribeiro com o romance A carne (1888); Adolfo Caminha com A normalista (1893) e O bom-crioulo; Raul Pompéia com O Ateneu (1888).
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